Home Office

Home Office, espaço que reúne conforto, comodidade e tecnologia

Quem trabalha em casa convive com um ritmo de vida que inclui o barulho da campainha, a gritaria das crianças, empregados, latido do cachorro, entre outras interrupções pessoais. Parece que tudo isso não combina com o mundo dos negócios.
Mas saiba que é perfeitamente possível e muito saudável encontrar o equilíbrio entre a intimidade da vida pessoal e o trabalho profissional.
Para que isso ocorra, é importante criar um espaço de trabalho adequado, um home office, que reúna praticidade e conforto.
O ambiente deixou de ser considerado um luxo, e passou a ser fundamental em uma casa.
Para o arquiteto Aquiles Nícolas Kílaris, independente do tamanho do home office, ele deve obedecer algumas regras básicas. “É importante que ele seja funcional, arejado, claro e aconchegante. Nunca podemos nos esquecer do tripé: estética, funcionalidade e bem-estar”, disse ele.
Em primeiro lugar, é preciso escolher o espaço reservado ao trabalho. Se a casa está sendo projetada, o importante é definir com o profissional o melhor espaço para o ambiente na planta. Se o imóvel estiver pronto, é preciso eleger um local independente, que não interfira no funcionamento da casa. Pode ser um quarto, uma sala, o quarto da empregada, ou um closet.
A escolha dos móveis fica condicionada à atividade profissional, mas algumas coisas são indispensáveis. Um computador, bancada de trabalho, cadeira, gaveteiro e armário. Para Kílaris, o ideal é que a bancada seja com tampo de vidro, que dá mais leveza ao ambiente.
O uso de sofás e estantes depende do espaço e pode incluir um canto agradável de leitura. Quanto à escolha do móvel, as medidas devem atender padrões ergonômicos.
Os detalhes arquitetônicos de linhas curvas, marca registrada de Kílaris, conferem ao projeto um ar contemporâneo. Linhas curvas nos móveis, nos acabamentos em gesso e janelas.
Segundo Kílaris, cuidar da iluminação é fundamental para um ambiente de trabalho. Por isso a escolha de lâmpadas e luminárias deve ser criteriosa. “A iluminação incandescente é a menos indicada porque esquenta o ambiente e cansa a vista.
A melhor opção é a luz fria (lâmpadas fluorescentes), de cor branca, e uma luminária de mesa, com lâmpada PL de leve tom amarelado”, recomenda o arquiteto.
Nas janelas, ele recomenda o uso de persianas porque são mais práticas, fáceis de limpar e, no final, ainda oferecem um bom resultado estético. Para quem deseja ambiente de trabalho harmonioso e equilibrado, o arquiteto aconselha atenção especial à ventilação natural ou ao ar condicionado.
Outro cuidado é na escolha das cores, que não devem ser muito escuras, pois diminuem o ambiente, deixando-o pesado. Mas não é proibido fazer uso de algum elemento de cor escura na decoração, embora os tons mais claros e pastel sejam os mais indicados, pois descansam os olhos.

Fonte: Macchina de Comunicação